Particularmente particular...e o que é particular? Na verdade, sempre somos "públicos". Venha... Entre sem cerimônias. Junte-se a esta que não é tão feia, nem tão pobre e nem tão burra e que deu esse nome ao blog justamente para criticar os padrões impostos pela sociedade hipócrita em que vivemos. Aqui podemos falar sobre o que você quiser e até nos tornarmos amigos (as). Aviso: Sem envolvimento emocional ou financeiro!*risos* Bem vindo(a) ao meu pequeno grande mundo. Lu de Oliveira
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Falsidade Natalina *Please! Deixe seu comentário*
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Nossas Escolhas
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A Balança do Querer
Já faz algum tempo, eu e uma amiga falávamos sobre a proporcionalidade do amor. Voltei a pensar nesse assunto, não só no quantitativo do amor, mas de outros sentimentos também. Freqüentemente ouvimos alguém falar: Ah.. mas eu amo fulano mais do que ele me ama, e se você perguntar porque a pessoa diz isso, é capaz dela não saber o porque da afirmação ou soltar uma resposta evasiva. Na verdade, sempre queremos ser amados na mesma medida com que amamos, ou pensamos que amamos. Como não é possível quantificar sentimentos, achamos que eles podem ser medidos em ações. Será? Será que todas as pessoas demonstram da mesma maneira? Claro que não! Tem pessoas que adoram ser servis, gentis e atenciosas quando gostam e, sobretudo quando amam, mas tem pessoas que tem dificuldade de demonstrar, ficam com vergonha de falar que gostam, que amam, que sofrem e que podem em determinado momento chorar de saudade, de tanto querer. Tem gente que não deixa aflorar seus sentimentos. Essas pessoas acham que essa atitude poderia ser interpretada como sinônimo de fraqueza, de fragilidade. Os machões de plantão que o digam... morrem de medo de serem pegos “amando” e assim, serem chamados de “sentimentalóides”. Adoro homem que chora. Acho lindo homem que diz: Te adoro. Homem que não tem vergonha de dizer que está “morto de paixão”. Ai ai... Bom... Voltemos a proporcionalidade do amor, que bom seria se houvesse uma balança específica para emoções, se os sentimentos pudessem ser medidos ou pesados. Pense bem: poderíamos trocar um quilo de amor por um quilo de carinho, ou um metro de saudade por um metro de alegria. Talvez todos os problemas do mundo pudessem ser resolvidos, ou não... Sempre existem os desonestos, aqueles que querem levar vantagem em tudo e esses certamente iriam querer trocar “sentimentos de primeira” por ‘falsas emoções’, por um “amor do Paraguai”. Sempre haveriam os prejudicados na balança do querer. É assim. Mas as coisas geralmente não são intencionais, ou são? Conheço pessoas que sabem que são amadas e se aproveitam disso para tirar proveito do outro. Sabem que se “fingirem” um afeto qualquer serão beneficiadas e assim o fazem. Aliás... conheço várias pessoas assim. Mas não as culpo. Quem é enganado sabe e aceita, muitas vezes inconscientemente. Isso porque muitas vezes preferimos um falso amor a ficar só. Optamos pelas falsas amizades à solidão. Queremos ser elogiados mesmo que isso nos custe alguma coisa. São pessoas que não se incomodam com o amor comprado, com o amor interesseiro, com o amor “egoísta”. Sempre falo isso, me incluo nesse grupo, até porque, é muito difícil saber quando somos amados ou queridos verdadeiramente... Os falsos são “experts” em ludibriar, mentir, fingir. Usam verdadeiras “camuflagens emocionais”. Infelizmente, tenho um imã gigantesco para seres assim. Bom... voltando a proporcionalidade... tenho quilos e quilos de amor e carinho pra trocar, mas já fique sabendo que quero numa medida razoável, ou pelo menos que se aproxime daquilo que te ofereço. Desejo que você possa trocar sentimentos em razões que não sejam “desarmonicamente desequilibradas” para você e lembre-se: se é impossível "quantificar"... pelo menos fique de olho na balança usando a sua intuição. Beijos.sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Não Gostou? Coma Menos!!!
Estava conversando comigo mesma ontem, às vezes faço isso, mas sou normal (...) e falávamos justamente da dificuldade de ser uma pessoa autêntica e verdadeira nos dia de hoje. Confabulamos ainda das agruras de se assumir posturas, de ter um ponto de vista e defendê-lo, principalmente, se o julgamos imutável, mesmo sabendo que não existe nada “imutável”, já que estamos em constante transformação, seja física, psíquica ou emocional. É até inconcebível a idéia de que exista alguém que não aceite mudar, rever conceitos, avaliar situações e tentar, dentro do possível, adequar as mudanças ao seu entendimento. Precisamos estar sempre abertos quanto à questão de aceitar determinados fatos, isso hoje se torna vital, mas devemos estar também conscientes de que, existem aqueles conceitos que não devemos, em hipótese nenhuma, mudar. Quando alguém me pede para fazer algo que eu considero imoral, antiético ou que simplesmente eu convencionei que não é correto, eu não faço! Pode ficar com raiva, com ódio, pode “me limar” do rol de amigos, pode falar mal de mim, xingar, espraguejar, pode fazer o que fizer, não faço mesmo e ponto final. Graças a Deus, estou em uma situação que me permite essa escolha. Não preciso fazer "patifarias", nem me calar diante daquilo que eu considero "escroto" para manter meu emprego. Acho deplorável que pessoas por quase nada se prestem a fazer determinadas coisas ou se calem quando são as únicas que poderiam falar. As pessoas que me conhecem de verdade, sabem que não adianta me pedir pra fazer “maracutaias" que eu não faço. EU NÃO FAÇO!!! Sou imperfeita e cheia de falhas, mas no meu dia a dia, eu busco ser honesta. O mundo já está bastante “torto” sem a minha ajuda. Se cada um de nós fizesse a sua parte nesse sentido, o mundo seria menos desonesto e não teríamos tantas falcatruas e corrupção. Mas será que é possível um mundo mais limpo? Acredito que sim. Eu sei que isso parece utopia. Sonhos de quimera. Sei também que esse mundo parece só existir na minha cabeça, mas eu sei que ele existe na cabeça de outros milhões de pessoas e que se eu e esses outros milhões fizermos o que nos cabe, o mundo pode ser melhor. Não me arrependo de ser honesta e nem de fazer o bem, apesar de que, às vezes me cansa ver os desonestos, mentirosos, canalhas e cafajestes se dando bem. Acho um absurdo que os que não prestam, muitas vezes sejam “premiados” por seus maus atos. Mas esse julgamento e principalmente a punição não cabem a mim. Sei que eu tenho sido muito bem recompensada por ser como sou: Tenho recebido recompensas de onde menos espero. É... a roda da vida é simplesmente fantástica mesmo! Pra fechar essa postagem, deixando bem claro que não vou deixar de ser verdadeira e autêntica, ME DOA O QUANTO DOER, vou contar uma historinha da minha infância que se repetiu até o início da minha fase adulta: Ainda ecoam nos meus ouvidos as palavras da minha mãe quando ela dizia ou fazia algo que não me agrada. Eu resistia, “fechava a cara”, “amarrava o burro” "chorava" e ela ignorando a minha birra, placidamente dizia: “Não gostou? Coma menos.” Então é isso. Beijos. sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Eu Só Sei Gostar Muito!
Vivo tendo problemas com essa minha intensidade. Para minha sorte ou azar, não sei gostar pouco. Não aprendi a dosar sentimentos. Acho que a culpa é da minha mãe. Ela nunca chegou pra mim e disse: Filha, você tem que gostar só um pouquinho das pessoas ou você pode sofrer, “se machucar”. Desculpe-me mãe, mas como tenho que jogar a culpa em alguém e como sei também que a senhora não vai ler meu blog, a culpa é sua...*risos* Aliás... os filhos sempre culpam os pais pelo que lhes acontece de ruim, então, não quero ser exceção à regra. A Zete, minha amiga me disse um dia desses: “Seu coração é vagabundo!”. Zetinha, não diga isso do “probrezinho”...ele não é assim... eu o conheço bem. Juro! Ele só não aprendeu a gostar pouco, é meio destemperado e não tem critérios de seleção, vai logo gostando de qualquer um. Esse coraçãozinho ingênuo é receptivo a todo mundo e o pior: Gosta muito, muito... e muito. Sou do tipo que se “apaixona” pelas pessoas com facilidade. Me apego fácil. Constantemente sofro com isso. Nem sempre a pessoa me gosta com a mesma intensidade e o pior, nem sempre a pessoa quer “ser gostada” tanto assim. Às vezes, ela só quer uma amizade descompromissada e desinteressada e daí venho eu, com toda essa minha impulsividade e “amor” desmedido e estrago tudo. Quero ser gentil, amável, quero agradar, quero ficar perto, quero conversar, quero acarinhar, ou seja: eu quero “gostar muito” e não raro, afugento os pobres seres que acham que eu tenho “segundas” ou “terceiras” e até “quartas” intenções. Isso acontece porque hoje em dia as pessoas se previnem deste tipo de “comportamento”. Buscam isolamento e quando aparece um novo amigo, elas ficam “de orelhas em pé”. Ficam atentas, precavidas, de sobre aviso. Mas eu não sei fazer issooooooo... Alguém pode me ajudar? Indique-me um “remedinho”, pode ser uma poção, injeção, ungüento, pílulas, qualquer coisa! Se você me disser que tem uma escola que ensina a “gostar menos”, ela pode focar na Sibéria, Groelândia, Noruega e até na Patagônia, eu irei e serei a aluna mais aplicada e dedicada da turma. Será que tenho futuro como uma pessoa que não gosta tanto? Você conhece algum caso semelhante ao meu e que teve tratamento bem sucedido? Sabe, eu sou do tipo que chora de saudade da família, dos velhos e novos amigos, dos que já partiram, dos que viajaram, dos que nos esquecem, daqueles que muitas vezes nem lembram que existimos, daqueles que nunca vi. Viu? Gostar muito parece uma doença e enquanto a cura não chega, vou continuar assim: Gostando exageradamente. E naturalmente sofrendo até a exaustão. Beijos carregados de “bem querer”.quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Zona de Conforto
Nos últimos dias tenho tido um comportamento que parece um pouco estranho à minha pessoa. Tenho feito uma transferência de responsabilidades, não sei se seria bem essa palavra... Exemplo: Se deixo de ir a uma festa, coloco culpa na “coleguinha” que não me ligou 300 vezes e nem veio me buscar pessoalmente me carregando no colo. Se não vou pra casa, coloco a culpa no apego dos meninos ao computador, então me faço de vítima, de abandonada, de rejeitada e tudo mais, quem me conhece bem, sabe desse meu lado melodramática de ser. Então... tenho pensado muito nisso. Incrível não é? Logo eu que sempre tenho uma boa palavra pra dar, agora me vejo um tanto “perdida”. Quero colo!!!! Não... isso não é anormal, afinal, não diz o velho ditado: Casa de ferreiro, espeto de pau? Pois é. Tenho tentado aplicar à minha vida as coisas que escrevo, os conselhos que dou, mas vejo que é bem mais fácil dar “palpite” quando o problema não é nosso. É mais fácil olhar a coisa de uma perspectiva mais crítica. Olhar o “furacão” do lado de fora sempre é mais seguro e sempre a nossa primeira opção. Tenho me sentido um pouco confortável demais. Tenho me sentido meio apática e desligada de coisas que antes eu achava serem cruciais para a minha sobrevivência. Não tenho pensado nos meus projetos sociais. Não tenho pensado nos meus projetos pessoais. Acho que todo mundo tem essa fase de “estagnação”. Deve ser o cansaço. Cansaço físico. Cansaço mental. Cansaço emocional, que considero o pior. Às vezes acho que isso é bom... sabe aquela historinha do passarinho que caiu no coco da vaca e é aconselhado a ficar lá quietinho, quentinho, sem se mexer? Pois é...estou me sentindo assim. Acho que estou preferindo ficar imóvel, estática, aproveitando o calorzinho das fétidas fezes a me estressar e correr o risco de ser devorada por algum predador que me espreita. Às vezes olho ao redor e vejo tantas pessoas “estranhas” que me entristeço só de pensar. Pessoas egoístas, egocêntricas, maldosas e venenosas... isso me deixa estafada. Às vezes sou mesmo imatura para lidar com sentimentos tão pérfidos. Daí fico assim... como estou hoje: Me sentindo acuada e na eminência de a qualquer momento ser atacada e devorada por esses seres detestáveis. Talvez não devesse colocar a culpa nelas pela minha tristeza. Viu? Já estou transferindo a culpa da minha tristeza para as “pobres pessoas” horrendas.*rindo muito aqui* Aliás... Ninguém tem culpa por eu estar triste, ou será que alguém tem? Será que você tem? Mas como já disse outras vezes: A tristeza é necessária e sempre que me sinto assim, eu agradeço, porque sei que da tristeza virá alguma grande reflexão e até uma grande idéia, mas enquanto elas não vêem... deixa eu ficar "paradinha" na minha zona de conforto. Beijos. quinta-feira, 12 de novembro de 2009
0rgasmo? Não. Simplesmente... Prazer

Prazer é mais que "trocar fluídos”. Prazer é cuidado, preocupação. Prazer é atenção. Se prazer fosse simplesmente “gozar”, qualquer ato solitário seria suficiente. Sendo assim, todos os atos poderiam ser solitários. Uma “moça de matéria plástica” ou os “heróis” de todos os tamanhos e medidas, encontrados nas lojas de “brinquedinhos” seriam a realização plena e a solução ideal para a noites vazias, fossem quentes ou frias. Mas eles são gélidos. Eles não respiram. Não falam e nem ouvem. Podem atenuar, mas não resolvem. São paliativos. Prazer é muito mais: É trocar beijinhos antes, durante e depois. É perguntar se foi bom. É pedir desculpas se não foi tão bom. É perguntar: Posso tentar de novo? Quer tentar comigo? Prazer é dormir abraçado, mesmo sem fazer nada. É acordar e dar bom dia. É perguntar se você dormiu bem. É mandar uma mensagem no celular, no email ou nos sinais de fumaça apenas dizendo: Estou com saudade! Prazer é conversar. Falar de coisas úteis, fúteis e inúteis. Isso tudo dá prazer. Você deve dizer: Mas isso é carinho. E carinho não dá prazer? Seria um sexo tântrico? Não compliquemos. A vida pode ser bem mais simples com simples explicações. Sem tantas teorias. Sem tantas elucubrações cerebrinas.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Vou Te Tirar Pra Dançar
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Por Favor Me Ame
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
A Paixão Mortal de Maria Alice

Um dia, ela pensou: Ah... que vida monótona, “perfeitinha”, “chatinha”!
Quero emoção.
Quero chorar.
Quero sentir meu coração “quase” sair do peito.
Quero sentir que estou viva.
E Maria Alice teve uma grande idéia:
Ah! Já sei: Vou me apaixonar!
E assim ela o fez! Apaixonou-se perdidamente.
Viveu a paixão intensamente. Uma estranha paixão.
Mas a moça apaixonou-se sozinha.
O moço a esnobou. Zombou do seu querer.
E nunca mais ela teve paz.
Perdeu o viço.
Perdeu a cor.
Conheceu a dor.
Mesmo viva Maria Alice morreu. Feliz.
Reviveu e aprendeu: Paixões: Nunca Mais!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
A face da Ingratidão.
sábado, 10 de outubro de 2009
Amo o Amapá e sou bairrista sim, e daí?
Vista aérea da Fortaleza de São José de MacapáHoje me sinto mais amapaense que muitos nativos daqui. Conheço inúmeras pessoas, inclusives amapaenses que criticam, blasfemam e só sabem reclamar desse lugar. Ver um amapaense falar mal da sua terra é uma coisa que me irrita profundamente, assim como me revolta pessoas que, assim como eu vieram de fora, ganham seus salários aqui e falam aos quatro ventos que odeiam esse lugar. Oras... Porque não vão embora então? Vão procurar os horizontes da sua terra natal, no seu habitat natural. Vão para Curitiba deliciarem-se com aquela terra fria de pessoas geladas, ou andar de terno e gravata no infernal metrô lotado de Sampa ou quem sabe, desviarem-se de bala “perdida” nos morros do Rio, ou ainda, perder-se em meio a arranha céus nas grandes cidades completamente poluídas. Nota-se que quem mais fala mal daqui são pessoas que vieram para cá "com uma mão na frente e outra atrás", e que nas suas cidades, não puderam desfrutar do melhor que ela tem a oferecer. Sim porque Curitiba é linda, limpa, tem parques maravilhosos e lugares incríveis para se passear, São Paulo com seus arranha céus, tem concentrada no seu território a cultura do mundo todo e o Rio... Ah o Rio, que espetáculo de tudo, uma das maravilhas do mundo com aquele Cristo o abraçando! Mas muitas pessoas que aqui estão, não conseguiram seu espaço por lá e chegaram aqui, fizeram a vida, ganharam dinheiro e hoje, fazem questão de levarem essas “divisas” para seus estados de origem, se negando na maioria das vezes, a pagar até o IPTU que serve para melhorar o lugar onde vivem. Pessoas que não conseguem e nem querem apreciar os lugares lindos que temos, não enxergam que moramos em um dos lugares mais preservados do planeta e que somos ricos daquilo que o resto do mundo sente falta. Pessoas que nunca foram à Cachoeira de Santo Antonio, nunca pescaram nos nossos rios, nunca pisaram em nenhuma cidade do interior, porque estão muito ocupadas em trabalhar para poderem viajar para os “seus” lugares, seus estados, suas terras tão “gentis” que sequer lhes pode oferecer um emprego vantajoso e condições de vida digna. Não defendo só o Amapá, morei em vários estados e sempre defendi com "unhas e dentes" o lugar onde estava morando e de onde era tirado o nosso sustento. Acredito que esse é o nosso dever, enquanto pessoas moradoras de qualquer lugar. Temos que cuidar proteger e zelar pelo pedaço de chão que estamos pisando. Penso também, que temos a obrigação de nos envolvermos em projetos sociais, na vida da comunidade, ser parte de um todo. Voto no estado em que vivo e na cidade em que moro porque quero ter o direito de reclamar e reivindicar quando os políticos não fizerem aquilo a que se dispuseram. Pago meus impostos. Posso cobrar direitos, porque sou uma cumpridora dos meus deveres. Não importa o lugar onde estamos, somos residentes do planeta Terra e onde quer que coloquemos a planta do nosso pé, devemos considerar um lugar sagrado. Se você conseguir pensar dessa maneira, irá agradecer ao Grande Criador pela oportunidade de estar onde você está e certamente vai poder dizer como eu: Sou bairrista sim e daí?
sábado, 3 de outubro de 2009
Eu Por Mim: Decifra-me ou Devoro-te!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Queremos, mas... Podemos?????

Isso é querer e poder!
*** Achei tão importante o comentário da Tami em 01/10, que ele saiu de lá e veio pra cá. Obrigada "menina prodígio". Bjos.
esse mesmo professor nos questionava o quão livre eramos. e o quão aprisionados nos pareciamos. Existem leis que nos regem. E ao contrario das transcritas, impressas e violadas de nossa constituição, as leis naturais nos impõe uma ditadura que não podemos contestar. Não voamos (vlw ae lei da gravidade! xP), e morremos. Entre outras coisas mais.
Leis invisiveis porem palpaveis tb nos implicam decisões q ñ tomariamos sendo realmente livres, como o seu exemplo da roupa a rigor. Eu qse fui expulsa daquele colegio particular, pq pintava meus uniformes e gostava de havaianas. Alegavam dizer q a padronização não incentivava consumismo e indisciplina. Mas me recusava a padronizar-me àqueles tennis da nike de R$200 que diziam ser otimos na hr de pular o muro. U.U eu batia continencia ao autoritarismo exacerbado do comércio da educação td vez q passava pela diretora. Não a culpo por tentar "me convidar a sair". U.U'
ahhh as leis. oq seriam os homens sem elas? o que somos com elas?
hipocritas? falsos? criticos? civilizados? cultos? dependentes? viciados? letrados? registrados? marcados com numeros e ordenados em fila... Vestindo uniformes q ñ nos deixam transpirar, citando anedotas q não nos fazem pensar, Vendendo votos q pagamos, e comprando coisas que não usamos, sentando em frente a tv e pensando o q mais poderiamos qrer alem de um robó que trouxesse o controle e nos desse algo pra beber. U.U
o q eu puder fazer eu faço. Para os apáticos e mal acostumados eu sempre digo: vc ñ eh livre. só tem espaço. *-*
PS: u.u Mais grande logo. Postei praticamente no teu blog um post meu. rsrs /dsculpaEusempremeEmpolgo. xD
PS2: *-* eu tb sou feliz e fodaci oq tão axando.
PS3: ótimo-ótimo txt. *0*
*-* bjs."
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Deu Pra Mim: Cotas Esgotadas

Relação das Cotas Esgotadas
01- Ser simpática com pessoas insuportáveis. (Lu)
02- Tomar xula¹ de açaí. (Zete)
03- Tomar refri. (Hanna)
04- Banana passada. (Zete)
05- Ter apenas um par de sapatos. (Lu)
06- Comer pão dormido. (Zete)
07- Não usar o que se quer esperando uma ocasião especial. (Hanna)
08- Sofrer por amor. (Hanna)
09- Ter um ninho de desamor². (Hanna)
10- Ouvir tecnobrega³ e melody (Moni, Marcelo e Lu)
11- Cantar no luau músicas do passado que foram exaustivamente executadas a ponto de não se agüentar ouvir. (Moni)
12- Fazer audiência de "Maria da Penha". (Rosane e uma outra "menina")
13- Emprestar dinheiro para os outros. (Ribamar)
14- Ter que ceder pela harmonia do grupo, do relacionamento, da família, do bem comum. Querer chutar o balde e ter que ser “a conciliadora”. (Moni, Hanna e Lu)
15- Me importar com gente que não gosta de mim. (Lu)
16- Ter minha solteirice criticada por mulher casada e infeliz. (Moni e Hanna)
17- Importar-me com o que pensam/falam de mim. (Moni e Lu)
18- Importar-me com a minha posição na lista de amizade da Zete. Importante é estar na lista. (Lu)
19- Aceitar piadinhas sem graça que me ofendem. (Moni)
20- Deixar de realizar meus sonhos. (Lu e todos)
21- Superficialidades na amizade. (Moni e Lu)
22- Achar engraçado quando me chamam de Hanna Montana. (Hanna)
23- Ter que explicar que não gosto que me chamem de Hanna Montana. (Hanna)
24- Que me chamem pela primeira metade do meu nome (Moni)
25- Homem ruim (Moni)
26- Estabelecer longo diálogo com interlocutor desinteressante e mesmo entediada ter que demonstrar interesse. (Moni)
27- Ter que recorrer a história da arte para explicar/justificar minha produção artística. (Moni)
28- A programação da TV aberta. (Moni e Lu)
29- Ouvir a Moni e o Jeferson filosofando sobre o Show de Trumam. (Todos, menos a Moni e o Jeferson)
30- Homem que me dá “toquinho”. (amiga anônima do Flávio)
31- Cumplicidade masculina: homens unidos jamais serão vencidos! (Lu)
32- Esperar séculos para dar a “segunda”. (Cristina, Hanna e Lu)
33- Rir quando o amigo conta piada sem graça só para agradar. (Sírley)
34- Quando sugerem soluções ineficientes para problemas já solucionados. (Moni e Lu)
35- Pessoas que não se dispõe a fazer ou não sabem fazer e dão palpites infundados. (Moni, Lu e Hanna)
36- Ouvir a pergunta: é Sírley ou Sirley? (Sírley)
37- Não valorizarem a eficiência do maçarico para fazer o fogo do churrasco. (Moni)
38- Ter que fazer outra coisa totalmente contrária a que você ta com vontade naquele momento. (Sírley)
39- Ter que ver os amigos tomarem uma gelada quando você ta tomando remédio (Sírley)
40- Pessoas que insistem em perguntar o meu nome e não aceitam que é LU para os íntimos e para todos. (Lu)
41- Gente que vive cansada. (Lu)
42- Gente sem esperança que não acredita no futuro. (Moni)
43- Gente que força ser simpática só pra agradar todo mundo. (Lu)
44- Pessoas de camisa de bloco, bermuda e chinelo na boate. (Lu e Ribamar)
45- Ser procurada em festas por pessoas que querem falar de trabalho. (Lu, Ribamar, Hanna e Jeferson)
46- Pessoas que descontam nos outros os seus problemas, sobretudos amorosos. (Lu)
56- Ouvir gente de fora falar mal de macapá. E pior ainda: ouvir macapaense falar mal de macapá. Ame-a ou deixe-a, meu filho. E se ganha seu dinheirinhu aqui pelo menos respeite os 'nativos' que pagam impostos pra cidade ser melhor... temculpaeu se roubam metade pra sua cidade natal? Tami e Lu (Tami comentou em 01/10)
1- Xula de açaí – Última água o açaí, quando a maior parte do sabor já saiu e a polpa está muito rala. É realmente muito ruim!
2- Ninho de desamor – Criei essa palavra para criar um paralelo ao Ninho do amor, já que um ninho de amor tem que estar sempre ocupado e o meu está na maioria das vezes vazio.
3- Variação do brega, ritmo apreciado na região e que é exaustivamente tocado em qualquer lugar que se respire em Laranjal do Jari.
4 - * Comentário da Moni na íntegra: Lú, pior é q a lista toda começou com uma cota q ñ está incluída. Zete e eu estávamos fazendo a salada de abacaxi p almoço, qdo eu disse q ñ tinha outra faca pq isso era minha cota esgotada, assim como mangueira p regar planta, já q roubam todas q eu compro. Então a 1ª cota deveria ser: "Comprar faca e mangueira p minha casa". O que aconteceu foi q eu fiquei tão comovida com a xula de açaí, banana passada e pão dormido da Zete q ñ deu p competir. Inclui aí, gêmea. Bjs.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Passeio na Cachoeira * Com Fotos*
Falemos novamente do barco: eu nunca havia feito uma viagem nos moldes do povo amazônida, adorei as redes penduradas lado a lado, as pessoas todas “juntas e misturadas” num único local. A pessoa que prende e o que é preso, os que ensinam e os que são ensinados, os evangélicos “santos” e os mundanos “pecadores”, as boas esposas e as amantes mais que boas: todos dividindo o mesmo espaço democraticamente. Isso sim é Fantástico!
Quero que você veja as fotos da minha família, dos meus amigos, na natureza, do barco, enfim... do passeio e depois me diga se você não ficou morrendo de inveja. Vou aproveitar os dias “de molho” para, ler, pintar e escrever mais pra você. Na próxima postagem fotos da pernoca engessada, do Balneário Sombra da Mata e mais fotos da cachoeira. Um grande beijo da Feia.





Sirley, Cris, Moni, Ted e euzinha

Olha a família aí... "norinha", Thiago, o dono da Feia, a própria, Marcos e Paulo
Euzinha, Moni e Cris com a "latinha" abrindo os trabalhos

terça-feira, 8 de setembro de 2009
Adeus Jê. Boa viagem amiga!
Jê, veja como Deus faz as coisas: Ele fez com que eu machucasse minha perna e viesse para Macapá para que, quando você partisse, eu estivesse aqui para te dar meu último adeus. E assim foi: Machuquei-me no domingo e cheguei na segunda, soube da sua passagem na terça-feira bem cedo e pude estar com você para te prestar minha homenagem. Jê, não vou esquecer-me de você nunca! Amiga alegre, que sempre me falava da necessidade de ser feliz. Lembra que você sempre dizia que não estava nem aí para a opinião das pessoas? Amava isso em você. A sinceridade, honestidade e autenticidade sempre foram suas qualidades mais marcantes. É impossível não lembrar as tardes de sexta no Jet’s Bar. Você cantando Doce Vampiro no videokê. Você cantava bem! Nossas idas às festas dançantes. Você dançava bem! Nossos almoços, os encontros com a Eliane e com o Verê. Você amava bem! Nunca... nunca mesmo te vi fazer mal a alguém. Sabe Jê, eu admirava a sua coragem de ser feliz, a sua despreocupação com as hipócritas de plantão, a sua maneira única de ser. As festas não serão mais as mesmas sem você. Quanta energia, quanta disposição, quanta pressa de aproveitar o tempo. Não tem como não lembrar a sua predileção pela cor rosa, o quadro que pintei pra você retratava bem isso. Você adorava combinar tudo. Estar sempre bem vestida e bem arrumada pra você era fundamental. Mulher vaidosa, cheirosa. Mulher de muitas bolsas, de muitos sapatos e bijuterias. Espere... você que está me lendo não pense que a Jê era só isso... Minha amiga Jê era mulher guerreira, funcionária dedicada, mãe amorosa e amiga verdadeira. Mulher que não fugia da luta, que não levava desaforo pra casa, que não tinha medo e nem vergonha de assumir suas posturas diante de determinadas situações, que não tinha papas na língua, que tinha coragem de dizer: EU SOU ASSIM E DAÍ? Essa era a Jê. Jê fashion. Jê Coragem. Jê amor! Sabe amiga, uma coisa me deixa bem tranqüila na nossa amizade: todas as vezes que nos encontrávamos ou nos falávamos pelo telefone, nós sempre dizíamos uma à outra: EU TE AMO! Hoje eu vi o quanto é importante falar eu te amo para as pessoas enquanto elas estão conosco. Amiga, eu sei que você adorou tudo hoje na capela, viu quanta gente? Você lotou aquele lugar menina. Foi tudo muito lindo. E a homenagem do Coral do TJAP? Eles foram lá só pra cantar pra você. Aposto que você estava vendo tudo e pensando: Parei o Tribunal! Olha, fazia tempo que eu não via tanto carro junto para um mesmo evento... Até os microônibus do TRE estavam lá pra levar o pessoal. Viu como você é importante amiga? Ninguém vai te esquecer minha linda. Você estará sempre presente em nossas lembranças, aliás, nas nossas melhores lembranças. Não vou chorar mais e nem ficar extremamente triste. Sei que você não gostaria disso. Você é sinônimo de alegria. Você é sinônimo de sorriso. Você é sinônimo de amor. Vai com Deus querida amiga! BOA VIAGEM!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
*** FELICIDADE EM 45 LIÇÕES ***
Hoje vou postar sobre um email interessante que recebi do meu amigo Jaco Reis: Trata-se de uma lista que uma senhora americana, REGINA BRETT, CLEAVELAND, OHIO, que deve ser uma velhinha adorável, de 90 anos publicou. Começa assim:














