
Particularmente particular...e o que é particular? Na verdade, sempre somos "públicos". Venha... Entre sem cerimônias. Junte-se a esta que não é tão feia, nem tão pobre e nem tão burra e que deu esse nome ao blog justamente para criticar os padrões impostos pela sociedade hipócrita em que vivemos. Aqui podemos falar sobre o que você quiser e até nos tornarmos amigos (as). Aviso: Sem envolvimento emocional ou financeiro!*risos* Bem vindo(a) ao meu pequeno grande mundo. Lu de Oliveira
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Eu Só Sei Gostar Muito!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Zona de Conforto

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
0rgasmo? Não. Simplesmente... Prazer

Ouvi numa discussão em um programa de tv, um homem, talvez de 40 anos, não mais que isso, falando sobre as formas de prazer. Ele dizia que “ter orgasmo” e “ter prazer” são coisas absolutamente distintas. Na opinião dele, o homem não precisa necessariamente ejacular para ter prazer. Pensei muito sobre tudo isso, concordei. Juntei pensamentos meus e traduzi as palavras dele assim: “ Prazer quer dizer: Gostar de estar junto. Pode ser simplesmente tocar as mãos, afagar os cabelos, olhar meigamente nos olhos, trocar um ou vários abraços apertados.
Prazer é mais que "trocar fluídos”. Prazer é cuidado, preocupação. Prazer é atenção. Se prazer fosse simplesmente “gozar”, qualquer ato solitário seria suficiente. Sendo assim, todos os atos poderiam ser solitários. Uma “moça de matéria plástica” ou os “heróis” de todos os tamanhos e medidas, encontrados nas lojas de “brinquedinhos” seriam a realização plena e a solução ideal para a noites vazias, fossem quentes ou frias. Mas eles são gélidos. Eles não respiram. Não falam e nem ouvem. Podem atenuar, mas não resolvem. São paliativos. Prazer é muito mais: É trocar beijinhos antes, durante e depois. É perguntar se foi bom. É pedir desculpas se não foi tão bom. É perguntar: Posso tentar de novo? Quer tentar comigo? Prazer é dormir abraçado, mesmo sem fazer nada. É acordar e dar bom dia. É perguntar se você dormiu bem. É mandar uma mensagem no celular, no email ou nos sinais de fumaça apenas dizendo: Estou com saudade! Prazer é conversar. Falar de coisas úteis, fúteis e inúteis. Isso tudo dá prazer. Você deve dizer: Mas isso é carinho. E carinho não dá prazer? Seria um sexo tântrico? Não compliquemos. A vida pode ser bem mais simples com simples explicações. Sem tantas teorias. Sem tantas elucubrações cerebrinas.
Prazer é mais que "trocar fluídos”. Prazer é cuidado, preocupação. Prazer é atenção. Se prazer fosse simplesmente “gozar”, qualquer ato solitário seria suficiente. Sendo assim, todos os atos poderiam ser solitários. Uma “moça de matéria plástica” ou os “heróis” de todos os tamanhos e medidas, encontrados nas lojas de “brinquedinhos” seriam a realização plena e a solução ideal para a noites vazias, fossem quentes ou frias. Mas eles são gélidos. Eles não respiram. Não falam e nem ouvem. Podem atenuar, mas não resolvem. São paliativos. Prazer é muito mais: É trocar beijinhos antes, durante e depois. É perguntar se foi bom. É pedir desculpas se não foi tão bom. É perguntar: Posso tentar de novo? Quer tentar comigo? Prazer é dormir abraçado, mesmo sem fazer nada. É acordar e dar bom dia. É perguntar se você dormiu bem. É mandar uma mensagem no celular, no email ou nos sinais de fumaça apenas dizendo: Estou com saudade! Prazer é conversar. Falar de coisas úteis, fúteis e inúteis. Isso tudo dá prazer. Você deve dizer: Mas isso é carinho. E carinho não dá prazer? Seria um sexo tântrico? Não compliquemos. A vida pode ser bem mais simples com simples explicações. Sem tantas teorias. Sem tantas elucubrações cerebrinas.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Vou Te Tirar Pra Dançar
Para que duas pessoas possam dançar é necessário mais que desejo. É necessária uma vontade de estar junto. De ser par. Parceiro. É necessário um entrosamento. Um combinar de passos. Para se dançar de qualquer jeito, tudo é válido. Mas para dançar bem... Ah.. daí a coisa é diferente. O homem tem que conduzir a mulher, mas conduzi-la com doçura. Não impondo, apenas “guiando”. A mulher tem que fazer-se submissa. Terna. Receptiva ao comando. Os movimentos devem ser cadenciados. Ritmados. Se houver uma penumbra, melhor. Mas nada que enegreça demais o ambiente. Nada que torne o ato pesado. Devem existir cheiros agradáveis nos ar. Quem sabe prenuncio de mistura de odores. De líquidos. Não muito apressado. Não muito lento. Na cabeça: Nada. No coração: Tudo. Como na canção do Roberto: “braços que se abraçam. Bocas que murmuram. Palavras de amor. Enquanto se procuram”. Não se pode dançar com qualquer um. Não se pode eleger qualquer “partner”. O par tem que ser escolhido a dedo. Detalhe: Não pode ser o “dedo podre”. Não me diga que não sei dançar. Não me diga que não sabe dançar. Não me deixe sozinha no salão. Não me deixe dançar com qualquer um. Não pise no meu pé. Não pise em mim. E principalmente: Não diga que não quer dançar comigo!
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